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A CIA MARGINAL nasceu em 2006, dentro da Redes de Desenvolvimento da Maré, de um encontro entre artistas de diferentes origens, formações e experiências, que descobriram no teatro e no fazer coletivo a sua forma mais potente de atuação no mundo.

Ao longo de sua trajetória, o grupo manteve um núcleo estável de artistas, consolidou uma equipe de colaboradores e produziu quatro espetáculos – Qual é a nossa cara? (2007), Ô,Lili (2011), In_Trânsito (2013) e Eles não usam tênis naique (2015).

Em sua maioria criados a partir de laboratórios de pesquisas em contextos situados (favelas, presídios, estações de trem), os espetáculos da Cia resultam de um projeto artístico de intervenção e reflexão sobre a cidade a partir de um ponto de vista específico: a periferia.

Tendo inicialmente priorizado a difusão de seus espetáculos na Maré (bairro sede do grupo), a partir de 2010 o grupo assumiu como estratégia política a apresentação de seus trabalhos em teatros do Centro e Zona Sul do Rio de Janeiro, visando o rompimento de fronteiras invisíveis e sua afirmação como grupo de teatro da cidade.

Com o recurso de editais públicos, realizou nos últimos anos, uma série de projetos de pesquisa, produção e circulação. Vencedor dos Prêmios Myriam Muniz 2006 e 2012 (FUNARTE), dos Editais de Cultura da SEC-RJ de 2008 e 2010, do Prêmio Montagem Cênica 2011, do FATE 2011 e do Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, ocupa hoje espaço fundamental na cena contemporânea do Rio de Janeiro, tendo recebido em 2014 uma moção de louvor da Câmara Municipal do Rio de Janeiro por “representar o engajamento do teatro nos dias atuais”.

A CIA MARGINAL já apresentou seu trabalho nos mais importantes teatros e equipamentos culturais da cidade, como o teatro Glaucio Gill, o teatro Glauce Rocha, o teatro Sérgio Porto, a Sede das Cias, o Planetário da Gávea, o Galpão Gamboa, o Centro de Artes da Maré (CAM), além de Lonas e Arenas, universidades e escolas públicas, e unidades do SESC.

O grupo é formado pelos atores Geandra Nobre, Jaqueline Andrade, Phellipe Azevedo, Priscilla Monteiro, Rodrigo Maré Souza e Wallace Lino; pela produtora Mariluci Nascimento e pela diretora Isabel Penoni.

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